"As coisas encobertas pertencem ao nosso Deus, mas as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que observemos todas as palavras desta lei."
Deuteronômio 29:29

ANTIGO TESTAMENTO > Cânticos
  1. A esposa anela pelo seu esposo.
  2. Continua a esposa anela pelo seu esposo.
  3. O cortejo nupcial.
  4. O esposo exprime o seu amor pela esposa.
  5. Os pensamentos da esposa sobre o esposo.
  6. O esposo descreve a sua esposa.
  7. O desejo da esposa pelo seu esposo.
  8. Continua o desejo da esposa pelo seu esposo.
Comentário Adventista Verso Ct > 1 > A esposa anela pelo seu esposo.
CCt.1:1 1 Cántico dos cánticos, que é de Salomäo.
CCt.1:2 2 Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
CCt.1:3 3 Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam.
CCt.1:4 4 Leva-me tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas cámaras; em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; os retos te amam.
CCt.1:5 5 Eu sou morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomäo.
CCt.1:6 6 Näo olheis para o eu ser morena; porque o sol resplandeceu sobre mim; os filhos de minha mäe indignaram-se contra mim, puseram-me por guarda das vinhas; a minha vinha, porém, näo guardei.
CCt.1:7 7 Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio-dia; pois por que razäo seria eu como a que anda errante junto aos rebanhos de teus companheiros?
CCt.1:8 8 Se tu näo o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas do rebanho, e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.
CCt.1:9 9 Ås éguas dos carros de Faraó te comparo, ó meu amor.
CCt.1:10 10 Formosas säo as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.
CCt.1:11 11 Enfeites de ouro te faremos, com incrustaçöes de prata.
CCt.1:12 12 Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
CCt.1:13 13 O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra, posto entre os meus seios.
CCt.1:14 14 Como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi é para mim o meu amado.
CCt.1:15 15 Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos säo como os das pombas.
CCt.1:16 16 Eis que és formoso, ó amado meu, e também amável; o nosso leito é verde.
CCt.1:17 17 As traves da nossa casa säo de cedro, as nossas varandas de cipreste.
Comentário Adventista Verso Ct > 2 > Continua a esposa anela pelo seu esposo.
CCt.2:1 1 Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
CCt.2:2 2 Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.
CCt.2:3 3 Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar.
CCt.2:4 4 Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
CCt.2:5 5 Sustentai-me com passas, confortai-me com maçäs, porque desfaleço de amor.
CCt.2:6 6 A sua mäo esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mäo direita me abrace.
CCt.2:7 7 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que näo acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
CCt.2:8 8 Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.
CCt.2:9 9 O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
CCt.2:10 10 O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
CCt.2:11 11 Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;
CCt.2:12 12 Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
CCt.2:13 13 A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
CCt.2:14 14 Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.
CCt.2:15 15 Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estäo em flor.
CCt.2:16 16 O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
CCt.2:17 17 Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.
Comentário Adventista Verso Ct > 3 > O cortejo nupcial.
CCt.3:1 1 De noite, em minha cama, busquei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, e näo o achei.
CCt.3:2 2 Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, e näo o achei.
CCt.3:3 3 Acharam-me os guardas, que rondavam pela cidade; eu lhes perguntei: Vistes aquele a quem ama a minha alma?
CCt.3:4 4 Apartando-me eu um pouco deles, logo achei aquele a quem ama a minha alma; agarrei-me a ele, e näo o larguei, até que o introduzi em casa de minha mäe, na cámara daquela que me gerou.
CCt.3:5 5 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que näo acordeis, nem desperteis o meu amor, até que queira.
CCt.3:6 6 Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso, e de todos os pós dos mercadores?
CCt.3:7 7 Eis que é a liteira de Salomäo; sessenta valentes estäo ao redor dela, dos valentes de Israel;
CCt.3:8 8 Todos armados de espadas, destros na guerra; cada um com a sua espada à cinta por causa dos temores noturnos.
CCt.3:9 9 O rei Salomäo fez para si uma carruagem de madeira do Líbano.
CCt.3:10 10 Fez-lhe as colunas de prata, o estrado de ouro, o assento de púrpura, o interior revestido com amor, pelas filhas de Jerusalém.
CCt.3:11 11 Saí, ó filhas de Siäo, e contemplai ao rei Salomäo com a coroa com que o coroou sua mäe no dia do seu desposório e no dia do júbilo do seu coraçäo.
Comentário Adventista Verso Ct > 4 > O esposo exprime o seu amor pela esposa.
CCt.4:1 1 Eis que és formosa, meu amor, eis que és formosa; os teus olhos säo como os das pombas entre as tuas tranças; o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.
CCt.4:2 2 Os teus dentes säo como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas.
CCt.4:3 3 Os teus lábios säo como um fio de escarlate, e o teu falar é agradável; a tua fronte é qual um pedaço de romä entre os teus cabelos.
CCt.4:4 4 O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de poderosos.
CCt.4:5 5 Os teus dois seios säo como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
CCt.4:6 6 Até que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra, e ao outeiro do incenso.
CCt.4:7 7 Tu és toda formosa, meu amor, e em ti näo há mancha.
CCt.4:8 8 Vem comigo do Líbano, ó minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde os covis dos leöes, desde os montes dos leopardos.
CCt.4:9 9 Enlevaste-me o coraçäo, minha irmä, minha esposa; enlevaste-me o coraçäo com um dos teus olhares, com um colar do teu pescoço.
CCt.4:10 10 Que belos säo os teus amores, minha irmä, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus ungüentos do que o de todas as especiarias!
CCt.4:11 11 Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estäo debaixo da tua língua, e o cheiro dos teus vestidos é como o cheiro do Líbano.
CCt.4:12 12 Jardim fechado és tu, minha irmä, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.
CCt.4:13 13 Os teus renovos säo um pomar de romäs, com frutos excelentes, o cipreste com o nardo.
CCt.4:14 14 O nardo, e o açafräo, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias.
CCt.4:15 15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano!
CCt.4:16 16 Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!
Comentário Adventista Verso Ct > 5 > Os pensamentos da esposa sobre o esposo.
CCt.5:1 1 Já entrei no meu jardim, minha irmä, minha esposa; colhi a minha mirra com a minha especiaria, comi o meu favo com o meu mel, bebi o meu vinho com o meu leite; comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados.
CCt.5:2 2 Eu dormia, mas o meu coraçäo velava; e eis a voz do meu amado que está batendo: abre-me, minha irmä, meu amor, pomba minha, imaculada minha, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos das gotas da noite.
CCt.5:3 3 Já despi a minha roupa; como as tornarei a vestir? Já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar?
CCt.5:4 4 O meu amado pós a sua mäo pela fresta da porta, e as minhas entranhas estremeceram por amor dele.
CCt.5:5 5 Eu me levantei para abrir ao meu amado, e as minhas mäos gotejavam mirra, e os meus dedos mirra com doce aroma, sobre as aldravas da fechadura.
CCt.5:6 6 Eu abri ao meu amado, mas já o meu amado tinha se retirado, e tinha ido; a minha alma desfaleceu quando ele falou; busquei-o e näo o achei, chamei-o e näo me respondeu.
CCt.5:7 7 Acharam-me os guardas que rondavam pela cidade; espancaram-me, feriram-me, tiraram-me o manto os guardas dos muros.
CCt.5:8 8 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que, se achardes o meu amado, lhe digais que estou enferma de amor.
CCt.5:9 9 Que é o teu amado mais do que outro amado, ó tu, a mais formosa entre as mulheres? Que é o teu amado mais do que outro amado, que tanto nos conjuras?
CCt.5:10 10 O meu amado é branco e rosado; ele é o primeiro entre dez mil.
CCt.5:11 11 A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos säo crespos, pretos como o corvo.
CCt.5:12 12 Os seus olhos säo como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.
CCt.5:13 13 As suas faces säo como um canteiro de bálsamo, como flores perfumadas; os seus lábios säo como lírios gotejando mirra com doce aroma.
CCt.5:14 14 As suas mäos säo como anéis de ouro engastados de berilo; o seu ventre como alvo marfim, coberto de safiras.
CCt.5:15 15 As suas pernas como colunas de mármore colocadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto como o Líbano, excelente como os cedros.
CCt.5:16 16 A sua boca é muitíssimo suave, sim, ele é totalmente desejável. Tal é o meu amado, e tal o meu amigo, ó filhas de Jerusalém.
Comentário Adventista Verso Ct > 6 > O esposo descreve a sua esposa.
CCt.6:1 1 Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde se retirou o teu amado, para que o busquemos contigo?
CCt.6:2 2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para apascentar nos jardins e para colher os lírios.
CCt.6:3 3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.
CCt.6:4 4 Formosa és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras.
CCt.6:5 5 Desvia de mim os teus olhos, porque eles me dominam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que aparecem em Gileade.
CCt.6:6 6 Os teus dentes säo como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e näo há estéril entre elas.
CCt.6:7 7 Como um pedaço de romä, assim säo as tuas faces entre os teus cabelos.
CCt.6:8 8 Sessenta säo as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem número.
CCt.6:9 9 Porém uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mäe, e a mais querida daquela que a deu à luz; viram-na as filhas e chamaram-na bem-aventurada, as rainhas e as concubinas louvaram-na.
CCt.6:10 10 Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército com bandeiras?
CCt.6:11 11 Desci ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale, a ver se floresciam as vides e brotavam as romäzeiras.
CCt.6:12 12 Antes de eu o sentir, me pós a minha alma nos carros do meu nobre povo.
CCt.6:13 13 Volta, volta, ó Sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhas para a Sulamita como para as fileiras de dois exércitos?
Comentário Adventista Verso Ct > 7 > O desejo da esposa pelo seu esposo.
CCt.7:1 1 Quäo formosos säo os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! Os contornos de tuas coxas säo como jóias, trabalhadas por mäos de artista.
CCt.7:2 2 O teu umbigo como uma taça redonda, a que näo falta bebida; o teu ventre como montäo de trigo, cercado de lírios.
CCt.7:3 3 Os teus dois seios como dois filhos gêmeos de gazela.
CCt.7:4 4 O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz como torre do Líbano, que olha para Damasco.
CCt.7:5 5 A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça como a púrpura; o rei está preso nas galerias.
CCt.7:6 6 Quäo formosa, e quäo aprazível és, ó amor em delícias!
CCt.7:7 7 A tua estatura é semelhante à palmeira; e os teus seios säo semelhantes aos cachos de uvas.
CCt.7:8 8 Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e entäo os teus seios seräo como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiraçäo como o das maçäs.
CCt.7:9 9 E a tua boca como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente, e faz com que falem os lábios dos que dormem.
CCt.7:10 10 Eu sou do meu amado, e ele me tem afeiçäo.
CCt.7:11 11 Vem, ó amado meu, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias.
CCt.7:12 12 Levantemo-nos de manhä para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se se aparecem as tenras uvas, se já brotam as romäzeiras; ali te darei os meus amores.
CCt.7:13 13 As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há todo o gênero de excelentes frutos, novos e velhos; ó amado meu, eu os guardei para ti.
Comentário Adventista Verso Ct > 8 > Continua o desejo da esposa pelo seu esposo.
CCt.8:1 1 Ah! quem me dera que foras como meu irmäo, que mamou aos seios de minha mäe! Quando te encontrasse lá fora, beijar-te-ia, e näo me desprezariam!
CCt.8:2 2 Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mäe, e tu me ensinarias; eu te daria a beber do vinho aromático e do mosto das minhas romäs.
CCt.8:3 3 A sua mäo esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace.
CCt.8:4 4 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que näo acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
CCt.8:5 5 Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado? Debaixo da macieira te despertei, ali esteve tua mäe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz.
CCt.8:6 6 Pöe-me como selo sobre o teu coraçäo, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas säo brasas de fogo, com veementes labaredas.
CCt.8:7 7 As muitas águas näo podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam.
CCt.8:8 8 Temos uma irmä pequena, que ainda näo tem seios; que faremos a esta nossa irmä, no dia em que dela se falar?
CCt.8:9 9 Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro.
CCt.8:10 10 Eu sou um muro, e os meus seios säo como as suas torres; entäo eu era aos seus olhos como aquela que acha paz.
CCt.8:11 11 Teve Salomäo uma vinha em Baal-Hamom; entregou-a a uns guardas; e cada um lhe trazia pelo seu fruto mil peças de prata.
CCt.8:12 12 A minha vinha, que me pertence, está diante de mim; as mil peças de prata säo para ti, ó Salomäo, e duzentas para os que guardam o seu fruto.
CCt.8:13 13 O tu, que habitas nos jardins, os companheiros estäo atentos para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la.
CCt.8:14 14 Vem depressa, amado meu, e faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes dos aromas.